quinta-feira, fevereiro 28, 2008

E que dizeis vós quem Eu sou?


Deus tem para vós desígnios de paz e não de calamidade; Deus quer dar-vos um futuro e uma esperança.»Jeremias 29,11 e 31,17.

A nossa oração pessoal deve procurar ser simples. Julgamos que para rezar são necessárias muitas palavras? Não. Na verdade, bastam poucas palavras, por vezes desajeitadas, para entregar tudo a Deus, tanto os nossos medos como as nossas esperanças. Retirado da carta (2005) da comunidade de Taizé.

Oração

Cristo tu que nos amas, tu que nos acolhes guia os nossos passos no caminho da paz.

A importância da politica na nossa vida

É mais ao menos uma ideia generalizada em Portugal que a política não é importante, que os politicos não são muito sérios, que são todos iguais. Esta posição merece que as pessoas que se preocupem com outros se interroguem sobre a sua atitude face à politica. Coloco várias questões:
Como podemos contribuir para o bem comum de uma forma eficaz, sem fazer política?
Como podemos conbrituir para o bem comum, abdicando de influênciar o espaço de decisão que a politica possuir?

Será possivel vivermos em sociedade sem organizações políticas?
Qual tem sido o nosso papel em contribuir decisivamente para melhorarmos as organizações politicas que temos?

Porque nos limitamos ao deixar andar, e não ajudamos a melhorar as opções que temos, ou criando novas opções?

Porque nos limitamos a receber de uma forma acritica as ordens dos politicos profissionais?

Como é possivel querer viver em democracia, sem querer participar nela?

Do meu do vista é estritamente necessário voltar a acreditar que vale apena lutar. Vale apena não abdicar do poder que todos tempos de influênciar o bem comum. Afinal porque razão as nossas ideias, os nossos projectos não serão relevantes para o bem comum? Quantas vezes ideias sem valor vingaram?
Vale apena não ficar à margem. Vale apena participar. Vale apena influênciar o rumo do navio que é este pais. Continuarmos com um alheamento das causas públicas ,o tal bem comum, tem consequências graves. Pensem naqueles e naquelas que por se alhearem das decisões politicas relacionadas com o bem comum, viram as suas vidas estragadas.